domingo, 25 de novembro de 2012

Rasgando o Coração



Algo acontece quando rasgo o meu coração pra Ti
Nada se compara ao que sinto quando estás comigo aqui
Eu venho como estou, trazendo a minha dor
Mas crendo que não mais a levarei

Aceito a minha Cruz, mas abro mão do fardo
Que por tanto tempo em vão, eu carreguei...

Eu troco a minha culpa, Pelo teu perdão...
Eu troco o meu pecado, pela salvação...
Eu escolhi a vida abundante
A alegria viva e transbordante de Deus!
Eu troco a afronta pela paz, que excede o entender
A paz que foi roubada brutalmente
do meu ser.

Escolho a liberdade de não mais viver assim
Eu abro mão da minha própria vida
Mas ninguém pode roubá-la de mim

A minha vida é do Senhor
O meu futuro é do Senhor
Eu tenho uma aliança eterna de sangue com Ele
E assim como Ele deu a sua vida
Eu dou a minha vida sim
Eu dou a minha vida Ninguém pode roubá-la de mim

Eu troco a minha culpa, Pelo teu perdão...
Eu troco o meu pecado, pela salvação...


Prª Fernanda Brum
Rasgando o Coração
Albúm Liberta-me!
Letra: Eyshila

Pictures - Cacos pelo Chão


Prª Fernanda Brum - Cacos pelo Chão
Album: Liberta-me
Linda D+!!!!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

o°o° AS FESTAS o°o°


Aproxima-se a perigosa época das festas. O Natal e o Ano-Novo, como se sabe, despertam os melhores sentimentos das pessoas, e isto pode ter conseqüências terríveis. São conhecidos os casos de paixão, alguns até terminando em morte, que começaram em festas de fim de ano, na firma, quando o espírito de conciliação e congraçamento leva as pessoas a baixarem a guarda e aceitarem o que normalmente não aceitariam e a fazerem o que, no resto do ano, nem pensariam, ainda mais depois de beberem um pouco. Nada mais embaraçoso do que, no segundo dia do ano novo, ter de tentar desfazer algum equívoco do fim do ano anterior.

— Dona Teresa, eu...

— Pintinho!

— Pinto. Meu nome é Pinto.

— Humm. Como nós estamos mudados, hein? Na festa...

— Era justamente sobre isso que eu queria lhe falar dona Teresa. Na festa. Algumas coisas foram ditas...

__Só ditas não, não é, Pintinho?

— Pinto. Pois é. Ditas e feitas, que...

— Já sei. Vamos fingir que nada aconteceu.

— Eu preferiria.

— Muito bem. Só não sei o que vou dizer ao papai.

— O que que tem o seu pai?

— Ele está vindo de Cachoeiro para o casamento.

Outra coisa perigosa é a pessoa se entusiasmar no fim do ano e decidir mudar. Ser outra pessoa. Deixar velhos vícios e adotar novas atitudes, ou recuperar algumas antigas. Janeiro, ou pelo menos a sua primeira quinzena, é uma espécie de segunda-feira do ano. As ruas ficam cheias de novos virtuosos, pessoas resolvidas a serem melhores do que no ano passado.

— Olhe.

— O que é isso?

— Aquele livro que você me emprestou.

— Eu não me lembro de...

— Faz muito tempo. E, na verdade, você não emprestou. Eu peguei. Eu costumava fazer isso. Nunca mais vou fazer.

— Você pode ficar com o livro. Eu...

— Não! Ajude a me regenerar. Quem fazia essas coisas não era eu. Era outra pessoa. Um crápula. Decidi mudar. Este sou o eu 2006. Comecei devolvendo todos os livros que peguei dos amigos. Acabou com a minha biblioteca, mas que diabo. Me sinto bem fazendo isto. Outra coisa. Precisamos nos ver mais. Eu abandonei os amigos. Abandonei os amigos! Olhe, vou à sua casa este sábado.

— Não. Ahn...

— Prometo não roubar nada.

— Não é isso. É que...

— Já sei. Vamos combinar um jantarzinho lá em casa. A Santa e eu estamos ótimos. Fiz um juramento, na noite de ano bom. Que me regeneraria. E ela me aceitou de volta. Há dois dias que não olho para outra mulher. Dois dias inteiros! Isso era coisa do outro.

— Sim.

— Do crápula.

— Sei...

— Eu era horrível, não era? Diz a verdade. Pode dizer. Uma das coisas que eu resolvi é não bater mais em ninguém. Era ou não era?

— O que é isso?

— Como é que eu podia ser tão horrível, meu Deus?

— Calma. Você está transtornado. Vamos tomar um chopinho.

— Não! Não posso. Jurei que não botaria mais uma gota de álcool na boca.

— Mas um chopinho...

— Está bem. Um. Em honra da nossa amizade recuperada. E escuta...

— O quê?

— Deixa eu ficar com o livro mais uns dias. Ainda não tive tempo de...

— Claro. Toma.

— E vamos ao chope. Lá no alemão, onde tem mais mulher.
 
Rsrsrsrs...
 
By Luis Fernando Ver!ssimo
Obra: Orgias
 
Show!!!! =)

sábado, 17 de novembro de 2012

"APENAS DIFERENTE"

Tudo está diferente!
As cores...
As flores...
Os perfumes...
A gentileza...
A sutileza...
O ar...
O clima...
As pessoas...
As sobras...
Os fantasmas...
Os medos...
Eu mudei! Meus sonhos mudaram!
E isso é bom! Porque ser/estar diferente apenas significa isso: Diferente!
Nem pior, nem melhor, apenas Diferente!